É preciso afastar da vida tudo aquilo que nos faz mal: sejam canais de TV, comidas, velhos hábitos que não são bons, vícios e pessoas. Mas nessa escolha tome cuidado ao decidir afastar alguém. Saiba diferenciar se apenas foi um mal momento, ou se foi um momento em que lhe revelou algo oculto importante que mereça a reflexão suficiente para o afastamento. Pessoas não são canais de TV, comidas, velhos hábitos, vícios, produtos de consumo. Pessoas são a nossa necessidade vital e nosso sentido de vida.
Seja tolerante sem se perder
seja amável e gentil sempre que possível.
Ensine os outros à respeitar seus limites, ninguém é obrigado a saber,
mas deixe que os outros lhe ajudem a superar limites que não valem a pena serem mantidos por teimosia, ou por falta de uma tentativa honesta de mudança.
Celebre os momentos bons, mas não viva uma vida de apenas bons momentos.
Dê consistência, crie laços fortes e duradouros para celebrar mais momentos bons com aqueles que lhes são tão importantes.
E se algum laço se desfizer, que não seja você o causador, a não ser que seja necessário, pois nesse emaranhado da vida, as vezes desfazemos laços importantes e mantemos laços desnecessários.
Nessa vida contraditória e cheia de surpresas inexplicáveis pelo caminho, esse discernimento esta mais ao alcance daqueles que aprendem a silenciar o coração e aprendem a ser gentis consigo mesmos.
Com a prática do tempo, aprendemos a discernir mais rapidamente e sem tanto esforço. Tão importante quanto a aprender a viver com as coisas boas,
é aprender a viver com as coisas ruins, mas apenas aquelas que não podemos mudar.
E enfim, aprender a conviver, com um pouco mais de paz interior, as nossas escolhas.